“Quando te vi, me apaixonei, e você sorriu porque você sabia.”



Eu amo você. Mesmo que não esteja aí, mesmo que não possa me ouvir. Eu amo você.

Stephenie Meyer





Os verdadeiros eu sei quem são.


Pode até ser platônico, mas é real. Pode não ser o maior, mas é infinito. Seja o que for, é amor.


O que Deus constrói ninguém destrói. O que Deus abre ninguém fecha. O que Deus levanta ninguém derruba. O que Deus faz ninguém pode fazer.



Eram duas meninas ricas, melhores amigas. Seus nomes eram Renata e Helena. Mas como Helena era mais popular, Renata tinha inveja. Um dia, no ultimo andar de um prédio — um prédio que não tinha nada por fora, era apenas um jardim aberto — Renata e Helena estavam lá… Helena viu uma flor azul bem perto da ponta do andar, e a queria. Então precisava que alguém a segurasse, senão ela caia. Helena disse: “Rê, me segura para eu pegar a flor azul?” “Claro Lê.” Todavia, Renata segurou Helena… Até uma hora. Foi quando ela pensou que se Helena falecesse ela ia ser a mais popular. E ela tem sua chance. Pensou: “É agora..” E soltou Helena. Passaram-se 20 anos… Renata estava casada, e tinha uma filha. Como era o dia do aniversário de Helena, fizeram uma homenagem a ela e convidaram Renata, mas ela não queria ir, porque ela que havia matado Helena. Seu marido encheu tanto o saco dela que ela aceitou ir, porém a filha teve de ir junto, pois não tinha com quem ficar. Chegaram lá, no tal prédio. A filha foi lá com a mãe, no último andar, e o marido ficou lá em baixo, na festa. Quando as duas chegaram havia uma flor idêntica, azul. A filha insistiu em pegá-la, e a mãe concordou em segurá-la. Porém, antes da filha pegar a flor, virou pra trás e disse: “Mamãe, dessa vez você não vai me soltar, não é?”


“— Oi.
— Oi.
— Gostei do teu cabelo.
— Amei tua barba.
— Teu sorriso não é dos piores.
— Nem o teu.
— Tua voz é… Mansinha.
— Teu olho é claro?
— Mais que o teu, disso tenho certeza.
— Mas os meus são pretos.
— E os meus azuis.
— Teus braços passam segurança.
— E teus seios conforto.
— Gay.
— Gorda.
— Pegou pesado…
— Eu sempre pego.
— Percebi.
— Já te amei.
— Também já gostei um pouco de ti.
— Ainda te amo.
— Tu é agradável.
— To dizendo que te amo.
— E eu que amo chocolate.
— Eu repeti que te amo.
— E eu vou repetir que amo chocolate.
— Chocolate engorda.
— E o teu amor machuca.


Planos de nosso futuro, mentiras tolas sobre envelhecermos juntos e o sentimento de nos sentirmos invencíveis me parece agora tão banal. (…) A verdade é fria, garota. A verdade machuca.

Avenged Sevenfold


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Ela era insegura. Ele era convencido. Ela adorava falar; ele só queria calá-la... Ela tinha medo do escuro. Ele adorava apagar as luzes. Ela mal sabia andar de salto, ele mandava bem no skate. Ela era maluca pra aprender a tocar algum instrumento; ele fazia sons no violão. Ela adorava saladas. Ele nem passava perto. Ela pensava nele todas as noites antes de dormir. Ele acordava com ela na cabeça. Ela sabia que o amava. Ele tinha certeza. Ela se sentia segura quando ele estava perto; ele tinha prazer em protegê-la. Ela ao se juntar com ele e ele ao se juntar com ela [...] formavam um só: com todo o egoísmo e amor que o mundo jamais tenha visto.
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